terça-feira, maio 09, 2006

Pãozinho fresco (quase) todos os dias.

Num seu post reflectivo, muito bem pensado - Contratos de doutores de ontem, na página de JVC, vi um trecho que me deixou com sentimentos ambivalentes, texto que vou reproduzir:
"O programa implica que só podem concorrer unidades de investigação (centros, laboratórios associados, laboratórios do Estado, empresas) com "capacidade científica instalada e produção científica especialmente relevante nos últimos três anos, especialmente as avaliadas internacionalmente com apreciação muito positiva"."
Penso que a Fundação para Ciência e tecnologia, ou por outras palavras o MCTES, está apenas a tentar cumprir um auto compromisso seu, e espelha a declaração de intenções transcrita para o Plano Tecnológico.
Só que não se percebe bem para quê nem o por quê, porque:
- se for para incentivar a inovação, estaremos a chover no molhado - Portugal já assume um investimento público, acima da média de 33 países que incluem os Estados Unidos e o Japão, e .... a Finândia.
- se os Doutorados forem para empresas privadas, então percebe-se ainda menos. vejam por favor o documento: OECD in Figures - 2005 edition - ISBN 9264013059;




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